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A tecnologia 5G é a quinta geração

A tecnologia 5G é a quinta geração de internet móvel que chegará ao Brasil com maior alcance e velocidade que promete grande revolução. A nova rede 5G permitirá a interconexão de equipamentos e dispositivos e possibilitando o acesso a produtos inovadores e utilidades domésticas desenvolvendo a chamada Internet das Coisas (IoT).


Em 2014, foram estabelecidos alguns critérios pelo GSMA, uma organização internacional formada por mais de 1200 operadoras de rádio, internet e telefonia móvel, para guiar o processo de implantação das redes 5G. Entre esses critérios, podemos destacar:
As redes 5G devem consumir até 90% menos energia que as redes 4G atuais;
Os tempos de conexão entre aparelhos móveis devem ser inferiores a 5 ms (milissegundos), face à latência de 30 ms das redes 4G;
O número de aparelhos conectados por área devem ser 50 a 100 vezes maior que o atual;
Devem ser realizados aumentos drásticos na duração da bateria de dispositivos rádio receptores.


QUANDO VAI CHEGAR AO BRASIL?
Ainda vai levar um tempo. A expectativa de fontes ligadas ao setor ouvidas pelo g1 é que ainda sejam precisos de 2 a 4 anos, depois do leilão de frequências, para que o 5G esteja efetivamente disponível em diversos bairros das maiores cidades do país.
No edital do leilão, que foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto que o 5G deve funcionar nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022, mas isso também não significa que essas cidades oferecerão a frequência em todos os lugares.
Atualmente, as redes móveis 4G mais rápidas oferecem, em média, aproximadamente 45 Mbps (megabit por segundo), mas a indústria ainda tem esperança de alcançar 1 Gbps (gigabit por segundo = 1.024 Mbps). Já a média da velocidade 3G no Brasil era de 8,82 Mbps (megabits por segundo).
Há ainda a rede 4,5G, que trabalha com múltiplas faixas de frequência ao mesmo tempo em relação ao 4G tradicional. A tecnologia pode registrar no mundo ideal até 1 Gbps de velocidade.


Mas não dá para botar tudo isso no que temos hoje? Não, porque nossas redes não estão preparadas (e nem foram pensadas) para isso. O 2G foi projetado para voz, o 3G para dados e o 4G para aplicações de grande fluxo de dados, como streaming de música e vídeo. O 5G precisa ser mais eficiente para dar conta não necessariamente de uma enorme quantidade de dados, mas de um enorme número de dispositivos conectados.
A vice-presidente corporativa da Intel, Aicha Evans, ressalta a questão da eficiência: “O 5G deixará a internet das coisas muito mais eficiente e eficaz se pensarmos em um espectro de eficiência.
Em telecomunicações, o 5G é o padrão de tecnologia de quinta geração para redes móveis e de banda larga, que as empresas de telefonia celular começaram a implantar em todo o mundo no final do ano de 2018, e é o sucessor planejado das redes 4G que fornecem conectividade para a maioria dos dispositivos atuais.[1] Como suas antecessoras, as redes 5G são redes móveis, nas quais a área de serviço é dividida em pequenas áreas geográficas chamadas de “células”.


Giancarlo Fasolin, gerente de marketing da empresa de tecnologia Trimble, vai na mesma linha. Ele acredita que a tecnologia 5G irá acelerar o processo de digitalização de diversos setores. Fasolin ainda elogia a organização do leilão. Segundo ele, nada indica que o processo foi feito de maneira equivocada e, portanto, isso evitará um aumento de disparidade de conectividade Brasil afora. “Até agora, desde o formato adotado pelo governo para o leilão das frequências até os planos divulgados pelas empresas vencedoras do leilão, nada sugere que a implementação será feita de maneira equivocada. Tudo caminha no sentido justamente oposto, de reduzir os gaps de conectividade do Brasil, seja em reduzir as áreas onde não há oferta de internet rápida de qualidade, seja em oferecer novas opções em regiões onde há pouca concorrência, trazendo naturalmente maior competição e serviços mais acessíveis à população”, analisa Giancarlo.

No edital do leilão, que foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto que o 5G deve funcionar nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022, mas isso também não significa que essas cidades oferecerão a frequência em todos os lugares.
Atualmente, as redes móveis 4G mais rápidas oferecem, em média, aproximadamente 45 Mbps (megabit por segundo), mas a indústria ainda tem esperança de alcançar 1 Gbps (gigabit por segundo = 1.024 Mbps). Já a média da velocidade 3G no Brasil

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