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O Moto Edge 20 tem câmera muito destacada

Temos as primeiras mãos da Motorola, o Edge 20, um dos novos carros-chefe da gama. Com apenas 7 mm de espessura, é fino e fácil de segurar, mas a configuração da câmera ainda é 3 mm maior que a nossa. Falando em câmeras, aqui temos uma lente principal de 108MP, zoom óptico de 3x, display de 120Hz e muito mais. O conjunto de câmeras
começa com um sensor primário de 108MP com OIS, uma lente telefoto secundária de 8MP com zoom óptico de 3x e, finalmente, uma lente ultra grande angular híbrida de 16MP, o que significa que atua como uma lente ultra grande angular e também uma lente macro. A câmera frontal tem 32 MP. O telefone grava vídeo
K a 30 FPS. O conjunto de câmeras do
Edge 20 possui um sensor principal de 108MP, uma lente ultra grande angular de 16MP também é usada para Macro, um ponto que adicionarei e, finalmente, uma lente de zoom óptico de 3x, com zoom digital de até 30x, também corrigiremos aquele.


Lente principal, você pode fotografar em 108MP, mas a câmera padrão é 9MP, só isso. O software converte os 81MP do sensor principal para 9MP em uma tecnologia chamada Ultra Pixel. É basicamente igual ao QuadPixel, porém, ao invés de usar
pixels para melhorar a foto, a câmera usa 9.

Ok, mas não quero saber disso, quero saber se a foto está boa? Geralmente sim. A Motorola coloca saturação e matiz no resultado final. Especialmente em fotos com tons quentes. O nível de nitidez é bom, não para que as linhas pareçam excessivas. Isso mesmo.
Você sabe, a Motorola também usa um sensor de lente ultra grande angular de 16MP como sensor macro. Ou seja, aquelas horríveis macros tradicionais de 2 ou 5 MP não estão lá. Isso significa que teremos ótimas fotos macro? sim. O nível de detalhe não vem de um microscópio, mas podemos obter uma imagem com detalhes como uma mosca em uma árvore ou as nervuras de uma folha.
3x zoom óptico funciona bem em boas condições de iluminação. Não é tão nítida quanto a lente principal, principalmente porque o sensor tem uma capacidade menor, apenas 8MP. Você tem que fazer algo mais afiado. É útil, mas não para tirar boas fotos.
As selfies noturnas funcionam de maneira diferente das selfies diurnas. Pessoas com menos luz tendem a dar cores mais próximas da realidade. Quando estamos fora durante o dia, as fotos ficam mais saturadas.


Por outro lado, a nitidez é precisa, mesmo nos lugares mais escuros, as fotos ficam boas. Observe que fotos tiradas em locais menos iluminados exigem mais precisão, portanto, é recomendável ativar o temporizador de 3 segundos para evitar pressionamentos de botões e fotos desfocadas.

O corte selfie é bom, mas não leva em conta os cachos que saem do contorno da cabeça. Isso é algo padrão, pois esse processo de corte é simulado por software.
Tiro noturno, certo? Quando o ambiente está muito escuro, o modo noturno fica muito claro, mas ainda há muito ruído na imagem, independente da estabilização da câmera. Agora o que eu gosto mesmo é de fazer close-ups com o sensor principal e flash ligado, veja como as fotos das flores ficam incríveis.
Clima interior, a luz, por menor que seja, até ajuda a fazer um bom trabalho, por exemplo uma fotografia de uma lâmpada, só neste momento temos uma luz no clima. A foto da fruta é outro exemplo, onde temos uma boa iluminação interna, com cores verdadeiras.
Saiba que alterar alvos no mesmo cenário pode trazer resultados completamente diferentes, principalmente em termos de cor. Veja esta comparação entre uma lente ultra grande angular e uma lente normal. Luz diferente, cor diferente, essa contradição me deixa triste. A Motorola usa matiz e saturação no sensor principal e não reproduz esse “efeito” no ultrawide. O mesmo para zoom.

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